14 de abril de 2009

Conversas recreativas e inquebrantáveis - Frank G. Gramático


Franklin Guaraná Gramático é brasileiro, solteiro e mora em Modern Zeland onde leciona como Temporary Teacher of MZ’s Unique Agro-University. De férias no Brasil falou um pouco da atual política econômica mundial e sobre avanços da medicina nos países laterais esquerdos.
Confira o quão desagradável foi esse papo:

Seria possível desmistificarmos a educação e suas vertentes atuais, sem comprometer a ênfase científica da psicologia ou abordagens semelhantes? É fato que a subjetividade, mesmo que não significativa ainda é a melhor saída em tempos de crise?
Se seria possível?

Quer que eu repita a pergunta? O senhor é môco por acaso?
Não.

Então responde!
Já respondi, NÃO. Toda e qualquer inquietação pré-estabelecida nos leva a questionamentos infundados e pseudo-absorções paradigmamedicamentosas...

"Paradigma" o que?
Repare, tudo é uma questão de entendimento e se você não está preparado para um diálogo pacato (pausa breve para uma tosse seca e forte) teremos uma situação preocupante aqui. Veja só, certa vez ao acordar percebi que Rosa* não estava ao meu lado. Sai tenso do quarto e ainda sonolento esbarrei na mesa, ao vê-la imóvel em frente ao móvel da sala. Naquela manhã descobri que ela era sonâmbula e não alcoólatra como diziam.

Bom, você não respondeu minhas perguntas e assim fica complicado. Para finalizarmos essa conversação antes que meu cão fique nervoso, fale um pouco - e rápido - da sua experiência acadêmica como professor substituto da Universidade Agrícola da Zelândia Moderna.
Meu caro, eu diria que o termo que referistes a meu cargo acadêmico é no mínimo ultrapassado. Suponho que use “Tutor Associado”. Uma vez me pediram para...

Deixa pra lá... Vamos encerrar aqui.
Você é um cara amargo sabia?

(após pausa de 43 minutos, Frank nos contou algumas historietas, não pediu desculpas e pediu para não publicarmos o restante).

* Rosa Asteróide Esparadrapo é um personagem fictício e imaginário que Frank criou para suprir a carência matrimonial, segundo ele. Pobre coitado...

4 comentários:

Junin disse...

sugestão: você devia filmar essas conversas e colocar no youtube. são demais!

Hugo disse...

ô junin, o povo não vai entender nada. Esse cara escreve de dentro de um hospício no ceará e não tem quem corte a internet dele, kkkkkk!

Silvio disse...

O sabiá subiu na sacada e saiu

Zinho disse...

Tudo que eu queria saber nessa vida, é se a lembraça de Plínio,o soberbo, nos tempos da Indonésia ainda seca , pode ser recebida como uma triunfal apoteose da presdistinação futura, ou seja, se há, em verdade, uma roleta russa, imunda, pútrida e honesta, que nos impele a vencer e a sucumbir, no final das contas, será possível? Pergunto isso por que ainda perdi tempo em teorias macabras, porém honestas, em momentos de crise e de finais de tempo, asim como resta o apocalipese. Falei isso com Demétriuus, mas ele acabou calando-se, meio irritadiço.

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