25 de outubro de 2008

Citações Históricas e grandes dicas


Receitas infalíveis:

FRITADA COM RÚCULA IMPERIAL

Essa iguaria é oriunda da Romênia e peculiarmente usada pelos povos andinos em sua versão desnatada. Aqui, em sua versão original e sem cortes, um simples espirro culinário desse prato tão encomendado e consumido (com aspargos aromáticos, casca de laranja e cebola-papoula então, nem se fala) por donos de padarias modernas e incrementadas do sul e norte da Carolina do Oeste.

Ingredientes:
> Dois ovos e meio
> Cinco colheres novas de sopa com leguminosas não trangênicas
> Um talo de alho-pororó pó-pó
> Cento e vinte e três gramas de queijo qualho do sertão
> Um punhado certeiro de castanhas do Maranhão desidratadas
> Pimenta, cominho, manjericão, páprica doce, folha de louro e moreno a gosto

Modo de Preparo:
Lave bem todos os ingredientes não levando em conta qualquer descoloração, pastosidade ou viscosidade. Depois seque com um papel toalha, xampu e sabonete. Aproveite e tome um banho. Corte o queijo em rodeletas finas, porém robustas e jogue-as em uma panela de pressão normal, doze por oito, e sem aquelas borrachas de aderência duvidosa. Acrescente água límpida ou qualquer outro líquido não alcoólico, desde que o refogado seja feito de forma constante e ininterrupta, por quatro horas e dez minutos. No décimo terceiro minuto, retire o relógio de perto e a panela do fogo. Para flambar use o forno e tigelas de aço penteado. Em seguida sacuda batata coupé aos montes e despeje o excesso na pia. Antes mesmo de destampar a panela de pressão verifique a sua e ponha para cozinhar. Se estiver tudo bem, vire a tigela com cuidado absoluto na direção oposta ao seu corpo. Abra uma cerveja e a janela, para sair a fumaça...

8 comentários:

Chef Arnaldo (Cozinha D'ora) disse...

Ah meu caro, essa receita é infalível mesmo, pois trás com ela um humor especial antes, durante e depois do preparao! Bravo, mais uma vez!

Hugo disse...

Quer saber? Vou experimentar esse prato! Tenho dito!

Diogo M. disse...

Testei lá em casa e aprovo! Uma aventura conseguir seguir tudo a risca, mas tem que entrar no clima. A Odete não curtiu muito, mas que raios ela entende de cozinha, não é mesmo?

Anônimo disse...

Ah, sem essa...

Lívio Tito (professor de esperanto e línguas arcaicas) disse...

Ao invés de aço penteado, utilizei inox mundial pos-rox, um dos mais cotados, principamente pelos dias atuais de crise nas bolsas. Flambei por mais três minutos e o resultado foi um endema causado pela fervura em demasia. Pude constatar através de um fino manto homogêneo e rosedao formado ao derredor da iguaria. Comemos com vinagre balsâmico nigeriano e colocamos para acompanhar verduras aromáticas do recôncavo baiano. A páprica agridoce, fez a diferença e o prato tornou-se mais robusto, com mais personalidade e menos bipolaridade em sua essência. Para acompanhar, um sauvignon blanc com tanino em médio porte, suave lembrete de pêssego e marcante, porém levemente frívolo rancor de mel güento. Para sobremesa utilizamos apenas a castanha canadense arrodeada de sacarose de taiga virgem. Realmente fora delicioso e inesquecível o momento!

Chef Arnaldo (Cozinha D'ora) disse...

kkkk, lívio você deve ser um louco igual o editor desse blog. Cuidado com essas experiências na vida real, mas artísticamente continue criativo assim!

Fashion, cook & Rock and Roll disse...

Venho por meio desta comunicá-lo que esta receita está sendo formalmente incluída no hall do "Le grand recipes de la cuisine". Como assessora do chef Troigras, venho pedir autorização para reproduzí-la mundo afora, nas mesas mais requintadas da alta sociedade gourmet. Sem mais para o momento, saudações.
RSVP

Porciúncula disse...

A culinária sul-andina se faz muito mais concorde com os tempos idos e saudosos do noroeste baiano, bem ao sabor dos xarques secos das eras medievais. Utilizam galináceo duro, cru, exercitado pela granja de terraço ou terroir-montegne do mediterrâneo, onde os frangaços ou frangalhos corriam para lá, para cá e acolá, exercitando o músculo e o deixando, tenro, firme, espesso. Esse galináceo cozinhado ou cozido em fervura leve e água botânica provoca liberação de sílica natural e uma suave pasta de gordura não-saturada. Os maias profetizavam que o "pássaro de ouro" comido com massa de trigo, era oração pagã, assim como Baal da pedra negra fora injustiçado à época, por não enfiltrars-e no senso comum. Sugiro colocar bufeladas de açúcar da região do Piê aqui mesmo no Nordeste, pois tem profusão firme e intensa de metatacarose similar ao mascavo. O frango revela-se doirado, tal qual ouro e pode ser servido com guarnição ou salada de verduras, frutas ou legumes de várias espécies. Bem, agora é deliciar-se!!! Até breve e um abraço fraterno e apertado no peito. Tchau!

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