23 de julho de 2011

Conversas recreativas e inquebrantáveis - Antero

Antero nasceu no século passado e desde então nunca parou de estudar. Nas férias trabalha como oficial de polícia e de justiça. Recebeu uma medalha de honra ao mérito por ações beneficentes e na bolsa de valores, onde acumulou riqueza de espírito e financeira. Esportista “good” em Badminton, defendeu os times locais de divisões questionáveis além de musaranhos, pangolins, antílopes (cetartiodátilos) e abrigou adultos carentes. Ele está aqui para falar um pouco da sua vasta experiência de vida.

Em qual fase da sua vida você percebeu que o verdadeiro sentido da vida não estava na sua coleção de escafandros?
Eu vendi essa coleção faz tempo. Começou a enferrujar e eu estava precisando investir em algo que fizesse sentido na minha vida...

Então o ferrugem foi benéfico para você. Um estímulo para mudar!
Eu não disse isso e não irei repetir o que disse.

Sem problema... Aqui a gente deixa o entrevistado livre para divagar. E é por conta disso que insistimos em perguntar o que os demais veículos de comunicação não perguntam.
Olha... Vou fazer um comentário e espero que não leve para o pessoal.

Para o pessoal da redação?
Não, para o lado pessoal... Acho esse quadro muito sem sentido.

Que quadro? Esse, do Théodore Rousseau, "A primavera"?
Não estava me referindo a esse tipo de quadro, mas já que você tocou no assunto... O lá da recepção é tão sem sentido quanto as perguntas que me fazes.

Permita-me informá-lo que aquela bela tela que você viu na entrada é de Joseph Mallord William Turner e só pode ser apreciada aqui ou no Louvre.
Desde quando aquilo é uma paisagem com um rio e uma baía ao longe?

Da mesma forma que o Mixotricha Paradoxa é um microrganismo que habita no trato digestivo de um cupim australiano (mastotermes darwiniensis). Poxa Antero, a gente te convida para participar aqui e você vem com essa paranóia?

(12 minutos de discussão sobre ter ou não levado, tanto para o lado pessoal quanto para o pessoal da redação).

Vamos encerrar por aqui, pois tenho que polir umas ostras sem pérolas que ganhei.
Legal. Uma vez comprei uma ostra para experimentar o sabor e me engasguei com a pérola. Sabe de uma coisa? Vou recuperar a minha coleção de escafandros, isso sim...

2 comentários:

Rubens disse...

kkkkk, sou fã!

HEITOR E IVANA disse...

Existe algum time de Badminton no Brasil? Tenho interesse em jogar. Obrigado.

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