24 de setembro de 2010

Conversas recreativas e inquebrantáveis - Carlton Panga

Carlton Panga, mais conhecido como "Capanga", é guru em problemas econômicos e seus componentes essenciais. Hoje, nos fala também sobre seus estudos em concorrência monopolista, elasticidade e outros assuntos desse tema.

A essência do problema econômico em si, na sua forma natural e homogênea, vigora entre os fins limitantes ou inícios limitantes? E os meios? Ou seja, onde o capital entra como principal fator de produção?
Veja bem, o capital hoje em dia é muito importante ainda mais quando aplicado em capitais consideradas perigosas para se viver. Para lidar com esse fator é preciso conhecimento da área a ser empregada a favorável função do capital na capital, até porque os bens de consumo derivam da circulação desse capital, que gera emprego e viabiliza a moradia da sociedade na capital.

Entendo, mas no que se chama de racionalismo econômico, o empresário, o consumidor e o empresário-consumidor sofrem que tipo de impacto?
Todo empresário é consumidor, mas nem todo consumidor é empresário. Acho que o racionalismo econômico mora aí, nesse conceito deturpado que a população usa quando cita o empresário-consumidor de forma desnecessária, apenas para “encher lingüiça”, usando uma linguagem chula, digamos assim... Já o racionamento econômico é diferente.

Peço que não saia do tema e seja mais rápido em suas respostas, assim o post não fica longo no blog... Agradeço a sua compreensão e continuo perguntando: O senhor acha que a saída para toda e qualquer problemática econômica está nos bens de consumo e nos bens de capital?
Não

(pausa não tão rápida)

O senhor não precisa responder tão rápido assim...
Você pediu e não queria estragar a entrevista, lamento. Contudo não há extensão necessária para essa resposta, principalmente quando não se fala de bens de produção...

Para finalizar nossa conversa, eu queria que você comentasse o que acontece quando a renda da população que trabalha aumenta desordenadamente, sem que tenham ganhado prêmios lotéricos, recebido propinas do governo ou até mesmo por assaltos qualificados, sua demanda por bens inferiores diminui ou também cresce?
Se a renda do individuo sobe e todos os outros fatores permanecem constantes, obviamente a demanda cresce. Partindo desse principio, devemos concluir que levando em consideração o lucro atingido, sendo bruto ou brando, líquido ou gasoso, legal ou chato, a renda continua satisfatória...

Obrigado pela participação!
De nada, não há de quê. Não por isso... Eu é que agradeço.

4 comentários:

DJ Saulo disse...

Porque ele não falou do racionamento economico? porque é diferente? Então é preconceito?

Prof. Gilmar disse...

Acho que não é preconceito e sim falta de conhecimento. Sou professor de economia em grandes universidades de SP e achamos um barato essa entrevista sem sentido algum. Até parece com algumas reuniões que temos no dia a dia, rs.

Bill disse...

Capanga para presidente! Saca muito mais do que qualquer mensaleiro desses...

Mãezelas e outras memórias disse...

Agora já sei em quem votar! Obrigada! :)

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