21 de outubro de 2008

Conversas recreativas e inquebrantáveis - Zé da Alegria, o Monge Carnavalesco


“Sabeis que o quão luciferino sejas, acabarás quebradiço”.

Essa frase, além de ecoar profundamente em nosso cerebelo, nos enche de orgulho... E ninguém menos que José Araripe Cegonha, autor e bajulador do movimento suprematista neoconstrutoplasticista para explicar com detalhes (ou pelo menos tentar explicar, se é que existe explicação ou necessidade para tal) a tão intrínseca fase que moldou a cultura pré-moldada e clerical de insubmissão consoante, indissolúvel e pós-graduada.

É verdade que quando jovem o senhor era chamado por um apelido peculiar, que já nem sei se posso citar?
Sim. Zé da Alegria, o monge carnavalesco. Foi com esse apelido que fiquei conhecido e sorumbático nas artes resinadas. Foi uma forma que encontrei para encontrar minha inconsciência natural... Como um suco sem açúcar.

Mas tem algo haver com sua temporada de reclusão espiritual na Itália, onde se envolveu com festas carnavalescas regadas a espumantes Argelinos?
Não, mas de qualquer forma recuso-me a responder ou responsabilizar pelos meus atos antigos ou de outrora.

E quanto ao desenvolvimento da neutralidade na perspectiva do contraponto aos elementos da teoria do saber, em si bemol, como tema central de seus trabalhos, faz algum sentido dentro da possibilidade que circunda o impregnado contexto social pós-moderno?
Olha, eu acredito na busca por captação das especificidades como um todo, lembrando que o déficit social interno justifica, influencia, domina, porém não argumenta e você sabe que diferença faz um bom argumento...

Sei sim, tanto que acabei de ouvir do senhor...
Por favor, nossa conversação pode continuar sem cunho religioso. Peço-te obsequiosamente e de coração para que atente a isso.

Usei a palavra “senhor” não em referência religiosa e sim por educação, como de costume!
Conheço vocês, metodológicos de meia tigela e meia, que acreditam antever as interpretações errôneas de uma sociedade condicionada por noções prévias vigentes, sem dialética e ao contrário do que tanto abdicamos através de nossa posição social fixista!

Meu Deus!
Lá vem você de novo com a prática religiosa... Conflitos estabelecidos, estruturais e dinâmicos. Não deturpe a realidade com vistas a subverter as...

Acho melhor encerrarmos por aqui...
A justificação procura sempre caracterizar a legitimidade da situação recorrendo aos disfarces e imposições severas. Sua atitude é eliminável tendo em vista a...

NOTA DO EDITOR: E ele continuou... Decidimos postar até aqui, pois ele começou a falar do ponto de vista científico, expressionismo errôneo, placas tectônicas, etc, etc, etc, e isso sairia do assunto...

3 comentários:

Zé Celso disse...

kkkkkkkk, rolou stress na entrevista! O cara é psicopata!

Anônimo disse...

polêmico...

Plínio disse...

HEHEHEHEHEHEHEHEHE, sei que a fómula básica da eletrólise, quando retornar das cinzas, tal qual Fênix, emergirá de um tumor maligno, qual seja, nossa própria civilização cotidiana, acredito. Não confundam com a equação de Galileu, tão usada no ginásio e colegial básico, porém, não menos astuta, versátil, inteligível a olho nu ou "primo oculi", lembrando de Arquimedes e Sófocles nos áureos tempos greco-remotos.

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