13 de abril de 2008

Conversas recreativas e inquebrantáveis – Agildo Abdala

Nosso entrevistado de hoje é Agildo Abdala, jornalista e parapsicólogo, cliente assíduo de um dos maiores conglomerados de hotéis de luxo do continente leste. O papo foi sobre a vida (no geral) e seus estímulos sensoriais de carreira e família. Confira:

Um lugar onde aprendeu algo significativo de vida ou que tenha ajudado alguém a conseguir algo de significativo na vida:
Foi em Seabra, interior de Guaratinguetá do Norte, saindo do badalado restaurante Pomphulhas esbarrei em um antigo, porém publicamente desconhecido navegador e, curioso, perguntei o que não poderia faltar em alto mar. Ele me respondeu, de forma calma e serena: “Um oftalmoscópio, resmas de papel e garrafas de espumantes oriundos da região de Champagne”. Aquilo mexeu comigo e decidi fazer uma viagem, por terra, ao Zimbábue, na África Austral, parte sul do continente, mais precisamente.

O que não pode faltar na sua dieta de desjejum matinal:
Aveia, aorta, farelo de trigo, de pão, levedo de cerveja, de cachaça, de linhaça e de vinho do cais do porto.

Se tivesse a lâmpada daquelas, mágicas, o que mudaria (não vale responder coisas como “a fome no mundo”, “a matança do Jacaré Paguá”, essas coisas):
Acabaria com a falta de vergonha dos governantes com relação ao descontrole sanitário de pragas, urbanas e campestres. Um exemplo é essa epidemia no trigo, o famoso germe de trigo. Os moinhos estão parados, famílias receosas, com medo de pegar esse germe estão com fome, frio. Eu daria um basta nisso...

Um livro de cabeceira, de banheiro, de qualquer coisa:
The Devil’s swimming pool – The beautiful history about Victoria’s Cataracts and neighborhood costumes.

3 comentários:

Anônimo disse...

kkkkk, comecei a semana bem. essa entrevista está show!

Anônimo disse...

essa espécie de jacaré nova e originada do rio de janeiro...

Anônimo disse...

Outro dia encontrei Erivaldo em Itapebuçú, região erma, porém honrada. Falou-me sobre Agildo Abdala e suas aventuras e peripécias alvissareiras pela pequena região. Desconcertado, sorri e corei-me. Ele correu repetindo, "são alvísseras meu caro, são alvísseras" Some no horizonte e não olha para trás.

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