30 de março de 2008

Glossomoment Papricantis - Carolina

Essa é a triste, porém reflexiva, história de Carolina Sucupira, natural de Minas Gerais, era uma menina meiga e amável, porém, austera, de leve postura incisiva, mesmo sendo filha de pais camponeses. Nasceu com uma rara e incomum patologia, a sífilis congênita, doença praticamente incurável para a época o que levou seus pais a peregrinarem pela Ásia menor e setentrional, no intuito de descobrirem a cura.

Após dez anos de busca, a pequena Carolina foi internada pela última vez em um hospital da Carolina do Norte, após passagem repentina pelos hospitais de cidades homônimas, mas de indicações cardeais diferentes. Pereceu no outono desse mesmo ano, antes que o tratamento mostrasse resultado. Com ela, foi Severino, seu pai que já não agüentava tamanha dor. Sua mãe, Lara, após esse turvo período conheceu o Doutor Telefate, um egípcio, PHD em doenças congênitas degenerativas e não-degenerativas pesquisador assíduo de biogenética e da bílis pancreática. Dessa união nasceu Escobar, um menino tímido, centrado e por que não dizer, terno, contudo determinado e sonhador. Escobar formou-se em medicina, na Ucrânia e especializou-se na área de seu pai. Na primavera conseguiu descobrir o caminho da cura da sífilis congênita que, segundo ele, nada mais é que o aproveitamento da bílis pancreática do doente em combinação com a reação de oxidação formada entre ambos.

Ganhou o prêmio internacional de Bogotá para jovens médicos e inaugurou recentemente a Fundação Sifilítico-Pancreática, em Taiguaretinguetá dos palmares, interior de Minas Gerais...

Co-autoria honrosa: Francis

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